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GUIA COMPLETO DE LUBRIFICAÇÃO INDUSTRIAL – PARTE 2

O Rei das Graxas é o blog da Lubvap, uma empresa especializada em distribuição rápida e soluções em lubrificação de alta performance, que atende todo o Brasil. Trabalhamos com lubrificantes especiais, soluções em limpeza, lubrificadores automáticos e serviços de auxílio técnico.

GUIA COMPLETO DE LUBRIFICAÇÃO INDUSTRIAL – PARTE 2

Guia completo de Lubrificação Industrial

Suba na pirâmide para o nível estratégico da manutenção e ocupe uma posição de maior destaque no mercado.

No nível estratégico, ao invés de saber fazer tudo, você precisa se preocupar mais com o retorno estratégico, ou seja, o que realmente gera valor para a empresa.

Um programa de lubrificação bem-sucedido gera impacto financeiro positivo para a empresa: pode-se economizar aproximadamente 10% em custos de manutenção, uma quantia substancial para a maioria das fábricas.

Quer gerar valor para a empresa? Então segue a parte 2 do Guia Completo de Lubrificação Industrial.

LUBRIFICAÇÃO DE ROLAMENTOS

LUBRIFICAÇÃO A ÓLEO:

  • Adequado a operações de alta velocidade;
  • Adequado a trabalhos em temperaturas extremamente baixas ou altas;
  • O óleo pode trabalhar como refrigerante;
  • Remoção de contaminantes ao ser filtrado.

LUBRIFICAÇÃO A GRAXA:

  • Menor dispêndio mecânico para conter o lubrificante;
  • Selagem;
  • Isolamento;
  • Adesividade;
  • Lubrificação instantânea;
  • Resistente a cargas, choque e a temperaturas.

LUBRIFICAÇÃO DE MANCAIS

  • Rolamentos selados utilizam de 20 a 30% de graxa;
  • Graxa em excesso aumenta o atrito causando aumento de temperatura;
  • Rolamentos em movimentos só exigem uma pequena quantidade de graxa para relubrificação;
  • Com o rolamento em movimento, a graxa é empurrada para o lado, deixando um fino filme entre a pista e o elemento girante.
  • A frequência de lubrificação em mancais de rolamentos depende de uma série de fatores como temperatura operacional, velocidade de rotação e carga suportada, além do tipo de graxa.

LUBRIFICAÇÃO DE ENGRENAGENS

Os lubrificantes para engrenagens devem ter viscosidade, características anti-espumantes, resistência à oxidação, proteção antidesgaste (EP), demulsibilidade e proteção contra corrosão.

Os fatores que influenciam a lubrificação das engrenagens fechadas são o tipo de engrenagem, a rotação do pinhão, grau de redução, temperatura operacional, potência, natureza da carga, tipo de acionamento, métodos de aplicação e contaminação.

Nas engrenagens abertas, os fatores que influenciam a lubrificação são a temperatura operacional, o método de aplicação, as condições ambientais e o material da engrenagem.

LUBRIFICAÇÃO DE SISTEMAS HIDRÁULICOS

As principais características dos óleos hidráulicos são:

  • Viscosidade
  • Tendência a formação de espuma
  • Estabilidade térmica e a oxidação
  • Proteção antidesgaste
  • Demulsibilidade
  • Filtrabilidade
  • Proteção contra corrosão

LUBRIFICAÇÃO DE COMPRESSORES

As principais características dos óleos para compressores de pistão ou alternativo são:

  • Viscosidade
  • Resistência à oxidação
  • Proteção antidesgaste
  • Proteção contra corrosão
  • Demulsibilidade

Óleos para compressores alternativos em sistemas frigoríficos deve ter:

  • Boa fluidez a baixas temperaturas
  • Baixa separação de parafina (floculação)
  • Compatibilidade com materiais do sistema: elastômeros, plásticos e isolantes.

Óleos para compressores parafuso ou rotativo precisam ter:

  • Propriedades anticorrossivas
  • Característica antiespumante
  • Rápida liberação de ar

ARMAZENAGEM E MANUSEIO DOS LUBRIFICANTES

CONTAMINANTES MAIS COMUNS:

  • Água
  • Impurezas sólidas
  • Produtos contaminantes
  • Misturas acidentais de óleos
  • Temperaturas extremas

ARMAZENAGEM IDEAL

  • Ambiente coberto e ventilado
  • Longe de fontes de contaminação
  • Piso deve ser firme e não deve absorver vazamentos
  • Recomenda-se o uso de pallets, racks ou ripas de madeira

ARMAZENAGEM EM LOCAIS ABERTOS

Em locais abertos, deve-se fazer uso de material impermeável para tampar tambores ou baldes.

Quando em posição vertical, o tambor deve permanecer inclinado.

Quando em posição horizontal, os tambores devem estar sobre ripas de madeira evitando contato com o solo.

RECIPIENTES DE DISTRIBUIÇÃO E ACESSÓRIOS

  • Limpos
  • Protegidos contra contaminantes externos
  • Lavados com solvente volátil
  • Limpos com panos que não deixam fiapos
  • Identificados
  • De materiais resistentes à corrosão e sem pintura interna

TRABALHANDO COM SEGURANÇA

Para manter a integridade dos colaboradores e ambiente de trabalho, devem ser usados equipamentos de proteção individual para manuseio de lubrificantes, assim como fazer a correta movimentação dos lubrificantes.

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Fonte: Curso Shell de Lubrificação

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